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Brinquedos e mimos para calopsitas

O blog site Cubos Calopsitas tem alguns itens bem bonitos e interessantes! Vale a pena dar uma conferida! Vejam também o blog http://cubosbolsasdetransportes.blogspot.com/ 

BRINQUEDOS PARA AVES
BRINQUEDOS PARA AVES
CONJ DENGO TUNEL OU CUBO TUNEL
CONJ DENGO TUNEL OU CUBO TUNEL

Gaiolas e viveiros para calopsitas


Gaiolas:
Quanto mais espaço mais Feliz será sua calopsita, o tamanho mínmo indispensável é uma gaiola onde ela possa abrir as asas sem problemas.

Para calopsitas mansas, o ideal é mantê-las em gaiolas abertas, ou, se você quiser mantê-las soltas, em kidplays abertos, podendo prendelas apenas a noite para se evitar algum acidente.

No mercado existem gaiolas próprias para criação de calopsitas que são ótimas, pode-se optar também em se criar em viveiros comunitários onde o trabalho fica bem diminuído, pois você poderá de acordo com o tamanho do viveiro colocar varios casais juntos.
 
Gaiolas e Viveiros
Calopsitas podem ser criadas em gaiolões de 1,0 X 0,5 X 05 metros para um casal. Pode ser colocado um ninho de madeira do lado de fora ( com um tamanho aproximado de 20 X 20 cm de frente com entrada redonda e 35 cm de comprimento). Atualmente encontram-se à venda ninhos prontos para calopsitas. Porém muitas vezes eles não têm a qualidade ou atendem às nossas necessidades. Nestes casos devemos ou fabricá-los ou encomendá-los a quem os faça. Alguns criadores recomendam a instalação de 2 poleiros de diâmetros diferentes . Há aqueles que adotam poleiros que contém uma lixa fina na parte inferior do poleiro. Desta forma as unhas das aves são automaticamente 'lixadas', evitando problemas de excesso de comprimento. Algumas aves, porém, podem acabar tendo uma espécie de 'alergia' nas patas. Desta forma vale a pena observá-las quanto a isto. Nas limpezas das gaiolas nunca devemos esquecer de, também, limpar os poleiros.



Os gaiolões devem ser preferencialmente retangulares ( evite os de formato arredondado ) e de arame ( nunca de madeira - as calopsitas adoram roer madeira ) . Mesmo o arame deve ser visto como um item à parte de forma a facilitar sua limpeza. Deve-se optar por arames galvanizados ou, melhor ainda , os encapados que podem mais facilmente ser limpos ( embora saiam mais caro) . Estes gaiolões devem ser instalados em um quarto ou outra dependência ventilada sem, entretanto, ter correntes de ar. As correntes de ar, sobretudo em tempos mais frios, são um enorme problema para aves. Preferencialmente deve-se posicionar os gaiolões de forma a que possam receber o sol da manhã. A exposição ao sol é necessária para as aves da mesma forma que para os humanos. Caso os gaiolões acabem ficando muito tempo expostos ao sol ( problema sobretudo no verão ) é de bom senso fornecer anteparos que criem sombras e possam, assim, proteger as aves da exposição excessiva. O melhor a fazer é deixar a própria ave ter a opção de escolher a exposição que mais lhe convém. Não esquecer de fornecer bebedouros, comedouros e uma 'banheira' para as aves. Atentar para estas banheiras. Retirá-las o mais breve possível após o seu uso pois as aves podem vir a beber desta mesma água e ter problemas de saúde. Deixar espaço para fornecer as demais alimentações como milho, verduras, frutas, legumes, farinhada.



Viveiros podem ser criados tendo como padrão o tamanho de 3 X 1 X 2 metros para um casal. O viveiro pode ser composto de tijolos de barro rebocados ou blocos de cimento revestidos com argamassa ou placas de cimento. A cobertura pode ser efetuada com telhas de cerâmica preenchendo de 1/3 a 1/2 do teto. Deve ser dada atenção sobretudo à proteção dos comedouros, bebedouros e dos eventuais ninhos. A tela utilizada pode ser de 1/2 polegada e fio 18. O piso pode ser de concreto com ligeira queda e saída para escoamento das águas. Não devemos nos esquecer dos poleiros, vasilhas de barro ou louça e da destinação de uma para que possa ser utilizada como 'banheira' pelas aves ( vide o item acima dos gaiolões, o mesmo processo se aplica aqui). Algumas pessoas decidem trocar os poleiros convencionais por arbustos ou pequenas árvores, fornecendo um visual melhor e mais naturalidade para as aves. Nestes casos devemos conhecer a flora que estamos fornecendo para nos assegurarmos que não irá dar problemas com as aves. Lembre-se sempre que as aves bicam praticamente tudo). Da mesma forma que os gaiolões os viveiros devem ser dispostos de forma a receber o sol da manhã ( tendo os já comentados anteparos ) . Podemos proteger os viveiros dos ventos por paredes, quebra-ventos, cercas vivas. Em casos de necessidade pode-se instalar um revestimento de plástico resistente e retrátil. Mas atentar que as aves podem fazer um grande estrago neste revestimento. Daí a necessidade de ser retrátil e utilizar apenas quando necessário. Da mesma forma elas podem mesmo comer parte da parede ou mesmo do concreto (!). Isto é normal e não acarretará problemas a suas aves, apenas ao seu bolso .

NOTA: Não nos devemos esquecer da higiene necessária ao ambiente em que as aves irão ficar. Devemos regularmente desinfetar gaiolas, ninhos, bebedouros, comedouros, tudo que se refere às aves. É aconselhável a limpeza utilizando produtos especialmente destinados a isto como, por exemplo, Kilol-L . Utilizar sempre os produtos que são facilmente degradáveis e que agredirão o mínimo possível suas aves. Uma intoxicação da ave por produtos químicos que normalmente usamos em casa podem ser fatais mesmo com um contato mínimo. Infelizmente isto nem sempre é adotado pelo criador. As aves acabam morrendo sem causa aparente e sem que o criador tenha a mínima noção do problema.



NOTA: Não utilizar jornais nas forragens em gaiolas. Jornais são impregnados com chumbo e já tivemos notícias de diversos criadores que tiveram suas aves mortas por esta intoxicação. Utilizar papel pardo ou rosado em seu lugar. Ou então se utilizar das serragens que normalmente são vendidas em petshops. Além de representar um risco bem menor a serragem proporciona melhor absorção da umidade e, em consequência, acaba gerando menos odores ruins ao ambiente. Procure utilizar serragens de florestas replantadas, se possível. Atualmente o custo da compra de serragem em lugar de jornais acaba saindo mais em conta do que os próprios jornais.



Apenas para finalizar : estamos falando sobre gaiolas e viveiros para calopsitas.
Mas e quem tem calopsitas mansas ? Como fica a questão das gaiolas ? Bom, há diversas aproximações ao assunto. Uma delas é fornecer apenas uma gaiola como referência para ter onde colocar água, comida, ter um poleiro, lugar para dormir.
Uma calopsita mansa não necessitaria, obrigatoriamente, de uma gaiola. Alguns criadores apontam que a gaiola, para estas aves, funcionaria mais como um item para que se sintam seguras caso estejam assustadas. Existem no mercado as gaiolas 'abertas' que se destinam a papagaios e calopsitas ( vide imagem acima ) . Elas podem ser uma boa opção para aves amansadas. As aves que possuo, caso fiquem fechadas em uma gaiola, acabam por ficar estressadas e por vezes tentam sair pelo vão dos arames. Isto poderia propiciar um ferimento, no mínimo. Possuo uma gaiola e as minhas calopsitas dormem EMCIMA da gaiola. Outros criadores deixam as aves presas durante o dia e as soltam quando chegam do trabalho. Tudo depende, na verdade, da rotina, dos ajustes, das necessidades e da adaptação entre o criador e sua ave. Se elas são acostumadas desde pequenas a ficar em gaiola e somente saírem quando há pessoas na casa acabam se acostumando a isso. Se são acostumadas a ficar sempre soltas forçá-las de uma hora para outra que fiquem em gaiolas pode ser algo perigoso. Leve isto em consideração quando decidir que estratégia de criação vai adotar com suas aves.

Fonte: Omniverso

Dicas Importantes II



Latino Cockatiel by *Simnut on deviantART

  • O Sono

O sono do pássaro é muito importante para manter a saúde e evitar o stress. O pássaro deve ter um local calmo, tranqüilo, sem barulho, sem movimento de pessoas para que possa dormir bem. É preciso também respeitar o horário de sono dos pássaros, sem ficar com o pássaro manso até tarde da noite. O stress pode causar a falta de apetite, deixando o pássaro mais fraco e propenso a doenças.



  • Banho

Muitos pássaros não gostam de tomar banho em sua banheira, assim em dias quentes e no período da manhã, pode-se utilizar um borrifador para dar banho nos pássaros.



  • Muda de Penas

A primeira muda de penas acontece aproximadamente com 5 ou 6 meses de idade e a segunda por volta de 1 ano. As demais mudas podem acontecer 1 ou 2 vezes ao ano, sendo uma delas normalmente no período do verão. Nesse período o pássaro fica mais fraco e susceptível a doenças, devido ao seu metabolismo estar alterado. Por isso, devemos oferecer uma alimentação mais rica e suplementos vitamínicos nesse período.
Logo após a mudança de penas, é comum o pássaro se coçar com o bico e sair um pozinho branco, parecendo uma caspa. Isso é um processo normal, pois após as penas nascerem os canhões de penas se ressecam e esfarinham, formando esse farelo parecido com uma caspa.



  • Vermifugação (dar remédio de verme)

A vermifugação nas calopsitas deve ser feita uma vez por ano, devendo evitar o período de muda de pena e de postura de ovos. Os vermífugos mais comuns, são os líquidos, para se pingar na água de beber. No criadouro Ninho dos Pássaros, já utilizamos Vermiaves e Avitrin, com enorme sucesso.



  • Fios Elétricos

Os pássaros gostam de brincar, empoleirar, escalar e andar por fios elétricos, constituindo um enorme perigo para os psitacídeos que gostam de bicar os fios e podem acabar tomando choques fatais.



  • Plantas Tóxicas

Existem muitas plantas tóxicas e como pode ser difícil de reconhe-las, não deixe seu pássaro ficar bicando e comendas plantas desconhecidas.



  • Produtos Tóxicos

Evite deixar a calopsita solta em ambiente onde existam produtos tóxicos como detergentes, sabão, inseticida, cloro e produtos de limpeza em geral.



  • Fumaça

Os pulmões dos pássaros são muito sensíveis, pois fazem a troca de ar intensamente. Evite deixar o pássaro perto da fumaça e evite fumar perto dos pássaros, isso pode trazer problemas respiratórios.



  • Cães e Gatos

Seus pássaro não deve ficar sozinho com cães e gatos, mesmo que a convivência seja pacífica entre eles, pois se um dia acontecer um desentendimento, seu pássaro sairá seriamente machucado.

 
  • Gaiola ou Viveiro

A gaiola ou viveiro preferencialmente deverá ter uma grade (estrado) antes da bandeja de fundo da gaiola, isso evita que o pássaro pise em suas fezes e fique com os pés sujos, consequentemente essa proteção previne possíveis doenças e micoses.

  • Transporte
Evite transportar os pássaros em gaiolas, os pássaros podem se debater e acabar machucando as asas. Mesmo que isso não aconteça, os pássaros vão tensos, com a musculatura das pernas contraídas para se agarrar firmemente ao poleiro ou às grades da gaiola. O ideal são as caixas de transporte de aves, normalmente feitas em madeira e arame, permitindo uma boa ventilação. Caso não encontre esse tipo de caixa, os pássaros podem ser transportados em caixas de sapato ou similares, sempre com buracos para permitir a ventilação dentro da caixa.

Estamos de volta!!

Estamos de volta à ativa!
E para comemorar posto muitas belas fotos de calopsita do Flickr!



Birds

Dusche/Shower


Dúlli 163-2



Dusche

Anilha: Rama-RJ 052

Vídeo: Alimentando um filhote de calopsita

Um vídeo muito interessante que eu achei no youtube mostrando como se alimenta uma calopsita:
Alimentando um filhote de calopsita de 33 dias de vida com sonda, usando papinha da megazoo, uma seringa e uma sonda.

Calopsitas são ótimos animais de estimação



Do jornal Correio de Uberlândia, tirei essa reportagem muito interessante:

Inteligentes e carinhosos, eles conquistam mais as famílias

Uma ave inteligente e bela tem conquistado espaço nos lares brasileiros. Com um jeito carinhoso, a calopsita é capaz de interagir com o dono de forma parecida com cães e gatos. O pássaro, facilmente domesticado, imita sons, palavras, assovia e pode ficar solto pela casa. De origem australiana, as calopsitas, assim como outras aves, não nascem mansas. Mas, segundo o criador João Henrique Rodrigues da Cunha Filho, quando adestrado, desde filhote, o pássaro se torna dócil e interativo.
A ave é retirada do ninho entre 15 e 25 dias de vida. Nessa fase começa o processo de treinamento da calopsita, que consiste em alimentá-la no bico até o filhote completar 50 dias. “O ideal é adquirir a ave mansa, quando ela já se alimenta sozinha e dá o pé”, disse João Henrique Filho.

Após a compra, o dono deve incentivar as brincadeiras, como catar piolho, assoviar, entre outras. ”A interação do dono com a calopsita é muito importante para que a ave permaneça mansa. Se isso não ocorrer, o filhote volta a ficar arisco”, disse.

Carinho não pode faltar

Carinho e brincadeiras é o que não falta na vida de Elvis, uma calopsita de 2 anos. Sua dona, a estudante Ana Paula Rezende conta que, quando Elvis chegou a sua casa, não imaginava que iria se encantar pela ave. “Ele é um amor. Quando chego começa a cantar. Todos da família se divertem ao escutar o Elvis tentando imitar todos os sons que escuta”, disse a estudante.

Ana Paula conta que a calopsita adora ficar fora da gaiola. “Quando estou em casa, solto Elvis e ele fica o tempo todo atrás de mim. Só não o deixamos o dia todo solto porque optei por não cortar suas asas e fico com medo de ele fugir”, afirmou.
Segundo o criador da ave, o ideal é aparar as asas da calopsita uma vez por ano, sempre que ocorrer a troca das penas. “É preciso cortar as asas não porque ele quer fugir, mas se ela se assustar com algo pode voar e não conseguir voltar para casa”, disse João Henrique Filho.

Ele afirma que qualquer pessoa pode ter uma calopsita. “Por não ser um pássaro da nossa fauna, não há necessidade de registro de legalização porque ele é um animal que sobrevive e se reproduz somente em cativeiro”, disse João Henrique Filho.

Segundo o criador, a calopsita é um animal fácil de cuidar. Sua alimentação é composta por mistura de sementes (painço, alpiste, aveia, girassol e arroz). “Podem-se oferecer também milho verde, maçã e couve. Alguns criadores preferem tratar a ave com rações industrializadas. O importante é oferecer ao pássaro comida à vontade, água limpa e carinho”, disse.

Saiba mais

A calopsita é muito inteligente, aprende vários assovios e até algumas palavras.

Bem tratada, a calopsita retribui o carinho recebido andando o tempo todo atrás do dono até que consiga chamar sua atenção para possíveis brincadeiras ou agrado.

A ave pode viver até 20 anos.

Existem várias cores de calopsitas: amarelas, brancas, arlequins, pérola, canela e outras mutações. Cinza é sua cor original.

Como aparar as asas da calopsita


Aparando as penas das asas de sua calopsita mansa:
Deve-se cortar apenas as penas de vôo como na ilustração acima. 
Ao podar as asas, deve-se prestar atenção em novas penas que estão nascendo, elas ainda tem uma cobertura primária (camada de queratina) e por isso são diferentes. Tome cuidado para não cortá-las, pois elas irão sangrar. Se ocorrer sangramento em uma pena nova, deve-se arrancá-la totalmente com uma pinça, apertando a pena perto da pele e puxando-a, ou mesmo com a mão. Apare de 6 a 10 penas de vôo, começando pela ponta da asa para dentro. Elas só crescerão novamente na próxima muda, ou seja, após cerca de um ano. Deve-se cortar as penas das duas asas para uma maior segurança.
O Clube das Calopsitas também tem twitter: http://twitter.com/clubecalopsitas

Calopsita comendo milho


Veja o que significa cada expressão de sua calopsita: · Silvos:  medo, sinal de alerta para ficar sozinha.
· Eriçar penas e balançar o corpo: relaxar tensão.
· Dormir sobre 1 pé e com a cabeça para trás: normal e saudável.
· Balançando a cauda para os lados, abrindo as penas: contente ou mostrando interesse em algo.











Fonte: Calopsitas

Comportamento da colopsita em relação a outras aves no viveiro


Calopsita com periquitos
A calopsita é extremamente pacífica e dócil, seja com outras aves ou mesmo com seres humanos. Ela não é nada agressiva e se o viveiro não for muito pequeno, convive bem inclusive com aves menores. Mesmo sendo maior que os outros habitantes de um viveiro, a Calopsita não tenta dominar o local, afugentando as outras aves dos poleiros ou ninhos.



Fotos lindas de calopsitas soltas

Essas fotos são do projeto "Convite a Hospitalidade" de Simone Mina para o X Moradias.

Ela conviveu os 4 dias do projeto com 51 Calopsitas soltas em sua casa. Estão no álbum "X Moradias "Convite a hospitalidade" de WeAreTheOtherPeople.


COLORAÇÕES (MUTAÇÕES)

No Portal das Calopsitas tem uma matéria muito interessante sobre as mutações de cores e como elas acontecem. Leia:
MUTAÇÕES

Mutações significam alterações na cor das aves em relação à cor original, neste caso das calopsitas a cor original é a cinza silvestre, aquela encontrada na natureza.
Mutações básicas (primárias):
Arlequim
Lutino
Canela
Pérola
Cara Branca
Prata
Mutações combinadas (cruzadas)
Pérola-Arlequim
Canela-Arlequim
Canela-Pérola-Arlequim
Lutino-Pérola
Lutino-Pérola Arlequim
Cara Branca-Lutino (albino)
Cara Branca-Arlequim
Cara Branca-Pérola
Cara Branca-Pérola-Arlequim
Cara Branca-Canela
Cara Branca-Canela-Arlequim
Cara Branca-Canela-Pérola-Arlequim
Além dessas mutações, existem outras mais raras, muitas ainda não existentes no Brasil, que falaremos a seguir.

As mutações da calopsita são classificadas da seguinte forma :
•1) Sexo-ligado : Lutino, Canela, Pérola, Bochecha Amarela

•2) Recessivo : Arlequim, Cara Branca, Fulvo, Pastel, Esmeralda, Prata Recessivo

•3 )Dominante : Cinza Silvestre, Prata Dominante, Bochecha Amarela Dominant

1) Sexo Ligado : São mutações que não precisam necessariamente ocorrer nos dois alelos para que manifestem na plumagem da ave. Nos machos, por serem XX teria que ocorrer nos dois alelos e na fêmea, por ser XY, poderia ser herdada apenas do pai.

Em resumo, Sexo Ligado são as mutações que a fêmea somente precisa apenas herdar de um dos pais, pois fêmea é XY, enquanto que macho precisa herdar tanto do pai quanto da mãe pois são XY.


O macho sendo XX, não vai conseguir PORTAR a mutação ligada ao sexo, pois eles apenas tem um cromossomo X, mas basta que ele apenas receba a mutação de um dos pais para que a mesma se manifeste na cor da plumagem.
Portadores

Portar uma mutação significa que, embora o pássaro não apresente visualmente (em seu fenótipo) determinada coloração, geneticamente a possui, portanto, sendo possível transmití-la aos filhos. Significa também que essa ave herdou apenas metade do que seria necessário para que a mutação pudesse ser apresentada visualmente.


Cores e Padrões das calopsitas

CORES E PADRÕES
Originária da Austrália, na natureza a Calopsita possui o chamado padrão silvestre ou normal (ver abaixo). Quando surgem aves mutantes na natureza, ostentando outras combinações de cores, dificilmente sobrevivem. Elas são vítimas mais fáceis de predadores, pois a coloração diferente ganha destaque e colabora para uma visualização mais rápida da ave. As inúmeras cores existentes hoje são decorrentes da fixação de mutações feitas pelos criadores, diversas surgidas nos últimos 15 anos, algumas muito recentes e difíceis de encontrar em criadores.
É importante destacar que os padrões podem se mesclar, originando uma grande gama de cores, tornando cada calopsita única.
Se você quiser saber um pouco sobre a herança genética dos padrões de cores nas calopsitas, clique aqui.
Cinza ou Normal (Normal Grey): A variedade original, encontrada na natureza, tem o corpo cinza com as bordas das asas brancas. A crista do macho é amarela sobre uma cabeça amarela e, na fêmea, cinza amarelado com a cabeça cinza. Ambos têm as "bochechas" formadas por uma mancha vermelha, circular, em cada lateral da cara, de tom mais suave na fêmea. A cauda é totalmente negra no macho e na fêmea intercala negro com amarelo na parte de baixo.
No macho adulto, a cabeça é amarela, com duas manchas circulares laterais (bochechas) de cor vermelha, crista amarela, corpo revestido com penas de cor cinza, com o dorso mais escuro, bordas das asas brancas e cauda negra.
A fêmea adulta apresenta a mesma coloração dos filhotes. O corpo é de cor cinza, cabeça também cinza com as bochechas de cor vermelha mais suave, crista cinza-amarelada, bordas das asas brancas e face interior da cauda estriada de amarelo e preto, com penas laterais externas amarelas. Em ambos os sexos, os olhos são marrons, o bico cinza escuro e as pernas e pés, cinza escurecido.
Lutino (Lutino): Sem dúvida alguma, é o padrão mais popular e apreciado, tendo surgido nos EUA em 1958. Essa mutação causa perda do pigmento melanina (que confere o tom cinza à ave). Desse modo, são aves de cor dominante branca, com olhos vermelhos, pés rosados, crista amarela, bico marfim, cabeça amarelada com bochechas vermelhas. Nas asas e cauda, também está presente o amarelo. Na realidade, os lutinos não podem ser considerados como brancos ou albinos, pois não são inteiramente brancos, em razão da presença das cores amarela e vermelha (dadas pelo pigmento psitacina). Os indivíduos podem apresentar desde um amarelo forte até um branco quase total no corpo. Neste padrão ocorre um defeito de origem genética, caracterizado pela existência de uma área sem penas localizada atrás da cabeça. Fêmea com estrias amarelas na face inferior da cauda e spots amarelos embaixo da asa.
Pérola (Pearl): Surgiu pela primeira vez na Alemanha Ocidental em 1967. É uma mutação que afeta as penas individualmente (há uma falta de melanina no centro de cada pena, individualmente), fazendo com que haja uma falta de coloração uniforme, resultando em penas com coloração em forma de "concha". São aves extremamente vistosas, sendo que o padrão básico pode variar bastante. De modo geral, mostram as duas manchas laterais à cabeça, as faces são amarelas salpicadas de cinza, e a crista amarela riscada de cinza. As penas das costas exibem um padrão “escamado”, resultante da ausência de melanina no seu centro, podendo a cor desta parte das penas variar do branco ao amarelo. As penas das asas são cinza, com faixas amarelas. A cauda é amarela, e o peito e a barriga, listrados de amarelo e cinza. As fêmeas carregam o perolado nas costas, asas, nuca e cabeça, com uma concentração maior nas costas. Os machos adultos podem perder totalmente o perolado, principalmente na cabeça e na nuca.
Canela (Cinnamon): Também conhecida como Isabelino, surgiu pela primeira vez na Bélgica, em 1960. As aves são semelhantes ao padrão normal, com exceção da alteração na coloração da melanina, produzindo uma coloração marrom-claro (ou canela). Também as pernas e os olhos são de coloração mais clara. Os machos adultos são um pouco mais escuros que as fêmeas (em razão da maior presença de melanina). Algumas fêmeas podem ter mais amarelo na face do que os machos, além de apresentarem o barramento típico sob as asas da cauda.
Albino (Whiteface Lutino): Ave inteiramente branca, com os olhos vermelhos e pés rosados, com ausência total de qualquer pigmentação (na realidade, resultam da combinacao de duas mutações: lutino e cara branca). As fêmeas são mais fáceis de ser encontradas, por ser um padrão com herança ligada ao sexo.

Cara branca (Whiteface): O padrão Cara Branca surgiu na Holanda por volta de 1969. No final da década de 1970 passou a ser produzido na Alemanha e Inglaterra. Essa mutação causa perda do pigmento psitacina (que confere tons amarelo e laranja), causando a falta da pigmentação laranja e amarela nas bochechas e no corpo. A fêmea tem o corpo cinza, bordas das asas brancas e face interior da cauda com estrias pretas e brancas não apresentando a “bochecha”, tornando a face inteiramente cinza. O macho segue um padrão parecido com o normal, porém com a face totalmente branca e as cores cinzas com um tom mais escuro, crista cinza e bordas das asas brancas.
Fonte: Calopsitas Mansas  Fotos: Criadouro digital
 
No próximo post as colorações: arlequim, fulvo, cara amarela, prata, esmeralda e platimum.

Filhotes de Calopsita e a alimentação

clique na imagem para vê-la ampliada

filhotes de calopsita

Após a eclosão dos ovos os pais se revezam no cuidado e alimentação dos filhotes. Normalmente a fêmea fica com os filhotes. Quando ela sai o macho fica no ninho aguardando o retorno dela para poder sair novamente. Tanto a fêmea quanto o macho alimentam o filhote diretamente no bico. Atentem que nem todos os ovos eclodem, obrigatoriamente. O período de duas semanas é crucial no crescimento dos filhotes. Quanto mais os filhotes receberem alimento diretamente dos pais mais saudáveis eles serão. Quando se quer amansar calopsitas normalmente se retiram os filhotes durante o final deste período . Antes disto há grande chance dos filhotes morrerem. Atualmente tem-se a tendência de tentar amansar calopsitas somente a partir dos três meses de vida. Desta forma garante-se uma maior saúde e longevidade da ave. Embora deva-se evitar ao máximo se mexer em ninhos neste período temos que atentar para dois fatos :

Primeiro : algumas vezes um filhote acaba saindo do ninho propriamente dito, indo para a 'ante-sala' ( onde há a abertura redonda de entrada do ninho ) . Caso o filhote seja novo e fique lá são grandes as chances de sua morte. Filhotes não conseguem gerar o seu próprio calor de forma adequada. Permanecendo na câmara do ninho é aquecido pelos pais e, quando há mais de um filhote, pelo próprio irmão. Nestes casos é interessante uma avaliação adequada e que se tente pôr de volta o filhote na câmara principal.

Segundo : algumas vezes os pais acabam não alimentando os filhotes ou acabam alimentando-os menos do que deveriam. Nestes casos os filhotes podem simplesmente morrer por inanição. Temos também a possibilidade de que, por algum motivo, os pais abandonem o ninho. Em qualquer destes casos se não tomarmos alguma ação os filhotes certamente morrerão. Devemos lembrar, sempre, que calopsitas são aves naturalmente assustadiças. Um grande susto ou grande alteração de seu ambiente de forma repentina pode ocasionar tais abandonos. Nestes casos temos que proceder, nós mesmos, à alimentação deste filhotes.

A alimentação dos filhotes com poucos dias ou semanas de vida deve ser efetuado com cuidado e critério. Atualmente existem, no mercado, diversos alimentos destinados à alimentação de filhotes de aves. Marcas como CC-Albium, Beppler, Alcon têm colocado à disposição do criador alimentos que atendem a este fim. Se possível devemos procurar alimentos voltados a psitacídeos. Nem sempre é possível esta escolha, sobretudo em lugares muito afastados dos grandes centros urbanos ou onde não haja grande saída de produtos para aves. Atualmente a Alcon tem para venda alimentos especialmente voltados para filhotes de psitacídeos, caso das Calopsitas. Junto com as embalagens segue também a forma de preparo dos mesmos.
Via de regra o alimento - em pó - deve ser dissolvido em água morna e servida aos filhotes. Embora filhotes possam aceitar alimentos frios observa-se uma aceitação maior quando a alimentação se dá morna. Os filhotes podem, inicialmente, não aceitar de bom grado este tipo de alimento. Devemos, entretanto, insistir para garantir a vida da ave. Alguns criadores se utilizam de seringas. Enchem-na de alimento e colocam dentro do bico da ave. A Cockatiel Society aconselha que os filhotes sejam primeiramente aquecidos e colocados sobre uma superfície devidamente 'acolchoada' por panos de forma que o filhote possa sentir o mínimo possível de frio.
Fonte: OMNIVERSO

Calopsitas machos assoviam e às vezes falam

Calopsitas adoram assobiar – especialmente os machos. Quando se assobia para uma Calopsita, ela normalmente responde e inicia uma simpática “conversação”. Aprendem até a assobiar músicas. Ainda que não seja o forte da espécie, a Calopsita pode aprender a falar. Com muito treinamento é possível que emita pelo menos algumas palavras.

Para ensinar a falar deve-se separar o macho de outras aves(inclusive calopsitas) e cria-lo separado, exercitando todos os dias com paciência, apenas o macho fala ou assobia a fêmea apenas pia e chia.

Calopsita com coloração pérola*

*Pérola
O perolado são "pintas" de cor amarela ou branca marcadas no corpo da Calopsita. A coloração difere bastante, devido a variação da quantidade e intensidade do perolado. Nos machos, à medida que torna-se adulto, após ter passado pelas mudas de penas, o perolado vai desaparecendo, ao cabo de aproximadamente um ano de vida, ficando totalmente sem o perolado, enquanto que na fêmea se mantém.



Calopsita Cara Branca Albino


Cara Branca Lutino (Albino)

A mutação Cara Branca Lutino, conhecida também como Albino, é uma combinação da mutação Cara Branca com a Lutino. Desse cruzamento conseguiu-se uma ave branca com olhos vermelhos e pés e bicos rosados, decorrente da ausência de melanina.

Para obter filhotes albinos, o modo mais fácil seria cruzar duas aves albinas, mas veja a seguir as combinações possíveis

Pai Albino x Mãe Albina -> filhotes albinos machos e fêmeas
Pai Albino x Mãe Cara Branca (não albina) -> se nascerem filhotes albinos, serão fêmeas
Pai Cara Branca (não albino e nem portador de INO) x Mãe Albina -> não nascem filhotes albinos
Pai Cara Branca portador de INO x Mãe Albina -> se nascerem filotes albinos, serão tanto machos quanto fêmeas

Para que uma calopsita Lutina (macho ou fêmea) possa gerar filhotes albinos, ela deverá no mínimo portar a mutação Cara branca, isto é, o pai ou a mãe dessa ave deve ser necessariamente um Cara branca.

Algumas calopsitas albinas apresentam uma coloração canela nas costas e asas, algumas com uma tonalidade mais ou menos intensa. Nesse caso, não se trata da mutação Canela, mas sim herança genética dessa coloração proveniente de aves lutinas que apresentam a cor canela.
Ao criar Caras Brancas Lutinos (albinos) seja cuidadoso nas aves lutinas que eventualmente sejam usadas no cruzamento, e escolha as que não tenham ausência de penas atrás do topete, decorrentes de falha genética.

A calopsita é fácil de cuidar e se afeiçoa ao dono

Murra

Elas são brincalhonas, relativamente fáceis de cuidar e estão cada vez mais populares entre os donos de animais de estimação. Originárias da Austrália, as calopsitas não precisam de autorização do Ibama para serem comercializadas. Segundo o veterinário André Sena Maia, da Bird - que tem mais de 900 clientes proprietários da espécie - as aves devem ser compradas jovens, por volta dos 2 meses de idade.
Como é muito difícil amansar uma calopsita, o ideal é levar para casa um exemplar já dócil. Esses animais se apegam aos donos, a ponto de deixarem de comer ao sentir a falta deles", explica André.
fonte: clesio.net

Calopsita não gosta de frio e nem de fumaça

foto do criadouro com calopsita lutino* à frente e a silvestre** atrás

Por terem a temperatura corporal alta - em torno de 41 graus - as calopsitas não podem ficar expostas ao frio, ao vento, à chuva ou a ambientes com ar-condicionado. Outro veneno para o sistema respiratório delas é a cozinha: a fumaça de uma panela de teflon, por exemplo, pode matá-las. Cigarro também faz mal.
A dieta ideal para filhotes inclui uma dose diária de papinha própria e mistura de grãos com pouco girassol. Animais adultos devem comer folhas verde-escuras (couve, agrião, rúcula e brócolis) e legumes crus (cenoura, abobrinha e pepino). A mistura de grãos funciona como petisco.
*Lutino
Ave branca apresenta ausência de melanina, por essa razão o bico e pés são rosados e olhos avermelhados. A sua coloração vai desde uma coloração no corpo quase branca até um amarelo forte. Existe ainda a combinação do lutino com outras mutações, surgindo então Lutino-Pérola, Lutino-Arlequim, Lutino-Canela, etc. Algumas ave lutinas e albinas apresentam uma falha de penas logo abaixo do topete, que é uma herança de falha genética. Geralmente os exemplares de lutinos apresentam uma ausência de penas embaixo do topete, que é caracterizado por falha genética. De uns anos para cá, criadores têm conseguido obter lutinos sem essa falha. Indicamos evitar cruzamento com aves que tenham a falha, na medida do possível, para que os filhotes não a herdem.
**Silvestre
É a cor existente na natureza, por isso chamamos de "silvestre". Quando filhotes, a calopsita é inteiramente cinza e com as bochechas laranjas, mas ao longo das mudas de penas, a partir de aproximadamente os 5 meses de vida, os machos vão adquirindo a coloração amarela, na cabeça e topetepartir desta cor, enquanto que a fêmea permanece com a sua coloração ao longo de sua existência.

Crescimento da calopsita Albina







A diferença entre o macho e a femea da calopsita


A diferença entre o macho e a femea da calopsita é a tonalidade da mancha laranja na face, como na foto abaixo. Na femea a mancha é mais clara.


O casal é do criadouro digital em BH e seus filhotes estão a venda.